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Ósculo Santo pra Todo Mundo

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Fiquei sabendo pela Elisabete (Feliz Aniversário !!!), lá do Encanto, que hoje é o dia do beijo. Então,vamos beijar pessoal…

beijos

Tá valendo beijinho, beijão e beijoca; pode ser demorado ou rapidinho. O importante é beijar a pessoa querida e muitooooooooooooooo…

Sobre a Letra W

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O w é uma letra dos alfabetos inglês e alemão. Não pertence ao alfabeto português, mas seu uso é admitido em símbolos internacionais e em palavras estrangeiras, principalmente nomes próprios. Aparece assim pouco, numa única folha dos dicionários e, nos jornais, no noticiário internacional.Numa cena do filme O Terceiro Homem (The Third Man, 1949), de Carol Reed, ambientado em Viena no pós-guerra, um agente secreto estadunidense (Orson Welles) vai ao encontro de um informante austríaco que ainda não conhece pessoalmente, o Dr. Winkler (interpretado por Erich Ponto). Ao abordá-lo, pergunta:

– É o doutor Uíncler?

O austríaco, expressando ódio ao vencedor, retruca asperamente:

– Nein! Meu nome é Vínkler!

Eis a diferença, ricamente ilustrada, de som do w conforme o idioma em que é usado.

Em alemão, é pronunciado como v – tal como em “Wagner”. E o v em alemão tem som de f. A pronúncia de Volkswagen, por exemplo, é esclarecedora: folcsváguem. Mas pronunciamos erradamente Betôvem, quando o nome do compositor Beethoven é Biitôfen.

Em inglês o w é pronunciado como u, pois o u tem o som de iú. A pronúncia de Washington (uóxingtom) mostra seu som nessa língua. Também em holandês e polonês tem som de u.

Pronúncias

Essa duplicidade de sons gerou no Brasil, por exemplo, os nomes próprios aportuguesados de Vilson e Uílson, conforme o gosto dos pais na hora do registro do filho. O watt, unidade de potência elétrica, pronuncia-se uóte, pois vem de nome próprio inglês. Não é raro, contudo, ouvir-se a pronúncia vate, como se originasse de nome da língua alemã.

Mas, afinal, qual é o nome da letra W?

Em inglês, como é um u duplo, é double u. Em alemão é we. Nas línguas neolatinas, nas quais é intruso, o w é denominado de doppio vu em italiano, double ve em francês, uve doble em espanhol (onde a letra v chama-se uve, para se distinguir, na pronúncia, do b) e “vê dobrado” em português de Portugal.

Assim, é estranho que, no Brasil, seja chamado de “dáblio”, como registram os dicionários – ou “dabliú” conforme a marchinha carnavalesca – adotando-se o nome da letra em inglês… No Rio Grande do Sul, os professores primários ensinam (por que não?) o nome de dobre-vê, bem próximo ao “vê dobrado” de Portugal e do double ve francês.

fonte: Roldão Simas Filho

Saber Português e Saber Gramática

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tome notaHá ainda uma certa confusão entre “saber português” e “saber Gramática”. Não são coisas diferentes, mas são saberes distintos. Existem pessoas que falam e escrevem muito bem, mas sabem quase nada de Gramática. Aliás, os escritores, geralmente, querem distância dos compêndios gramaticais.

As pessoas que lêem muito e vivem num meio cultural muito bom, elas dominam a gramaticalidade (o princípio organizador) da modalidade culta de nossa língua. Elas sabem bem o português culto, mas não têm memorizada a gramática normativa, aplicam-na intuitivamente. Dizem “sei português por ouvido”.

Saber as regras gramaticais de cor ajuda a escrever bem? Perguntam as pessoas mais distantes da luta com a palavra. As regras pertencem à gramática normativa, como se fosse um código de leis, ela disciplina e policia o uso da modalidade culta da língua. Por ser uma imposição, ela dificulta a criatividade, daí a rejeição por ela, principalmente a partir do Modernismo.

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Eclipse total da Lua

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eclipse da luaNo próximo dia 3 de março (sábado) nós poderemos vislumbrar um eclipse total da Lua no céu. O primeiro eclipse lunar do ano será total e visível, pelo menos em parte, em todos os continentes. Durante o eclipse, a Lua estará no signo de Virgem. A fase de totalidade durará 73 minutos.

As estimativas para este eclipse são: Nascer da Lua: 19h 43m (as fases iniciais já vão estar em andamento quando a Lua surgir no horizonte); Lua Cheia: 20h 17m (o eclipse será total). Os eclipses da Lua podem ser totais ou parciais, dependendo da forma como a Terra se interpõe entre o Sol e o nosso satélite.

Como a Lua Cheia acontece sempre no signo oposto ao que o Sol se encontra, este eclipse envolverá os signos de Peixes (Sol) e Virgem (Lua). Os antigos costumavam ter uma visão pessimista dos eclipses porque eles representam momentos em que nosso planeta não dispõe da presença do Sol (Pai) e da Mãe (Lua), como se ficássemos órfãos e desprotegidos.

Por meio de um outro enfoque, podemos ver no simbolismo do eclipse a possibilidade de independência, de libertação, de assumirmos nossas responsabilidades perante nossas vidas e o planeta, sem deixarmos nossa sorte ao sabor de tutores ou senhores sobre os quais muitas vezes depositamos esperanças de que realizem o que cabe a NÓS realizarmos. O lugar no nosso Mapa Astral onde o eclipse total da Lua se manifesta indica a área de nossa vida que pode ser relacionada ao fenômeno. De modo que ali estará indicado um setor da nossa vida que requer que ajamos de forma responsável e consciente, sem jogarmos o resultado nos ombros de nada nem ninguém.

Uma boa dica é observar como o curso de nossa vida seguiu entre o último eclipse (no caso, setembro de 2006) e o momento atual. Como se tivéssemos iniciado uma fase no mês de setembro que se encerra agora… qual foi o aprendizado nesse período de tempo? Que novidades ocorreram? E quais as responsabilidades que temos de assumir conosco em função dos fatos que ocorreram e desse aprendizado?

No plano internacional, a área mais suscetível ao eclipse (e que verá o fenômeno desde o seu início até o final) corresponde à Europa, África e Oriente Médio. No dia 19 de março, haverá um eclipse parcial do Sol, visível apenas em países do Extremo Oriente, como China, Vietnã, Bangladesh e Coréias. Nesse contexto, podemos concluir que países como Irã e China estão vivendo momentos muito importantes. O Irã, em sua queda-de-braço com a comunidade internacional na questão nuclear, e a China, realizando ajustes institucionais na sua economia que tendem a influenciar as finanças globais. Como podemos verificar, esses processos já estão em curso e ingressam agora em nova fase. A Rússia vem mudando sua política em relação aos EUA, assim como a Coréia do Norte, no que tange seu programa nuclear. A resistência talibã no Afeganistão está recrudescendo e pode complicar a geopolítica no Oriente Médio.

O Brasil, que teve no seu aniversário como nação (7 de setembro) um eclipse da Lua, vem enfrentando graves problemas ligados à violência e ao clima (chuvas do início do ano e seca no sertão). Cada vez mais o país será chamado à responsabilidade no tocante a essas questões. Somente nós poderemos resolvê-las.
No mais, o eclipse é sempre um ótimo momento para a reflexão.

por Dimitri Camiloto

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Monografias

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Autores e Autoridades – O Livro

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livrosEm Autori e Autoritá, Umberto Eco tem uma importante reflexão sobre o futuro do livro. Como muitos, também Eco receia perder, com o aparecimento do e-text, o contacto físico com o livro, ou que este se perca num universo virtual, num labirintico hipertexto. A tecnologia veio revolucionar o modo tradicional de produzir cultura. Veja-se o projecto desenvolvido pela Xerox, juntamente com a Universidade de Stanford, de criar o dispositivo tecnológico de um «livro on demand». Imagine-se na estação do metro, a caminho do emprego ou da Faculdade a compar, com meia dúzia de euros, o livro que lhe apetece ler naquele momento. O livro é impresso na hora a partir de uma base de dados que, virtualmente, poderá armazenar todos os livros em circulação e aqueles há muito esgotados. Imagine-se a comprar a Divina Comédia de Dante, ou o último livro de Eco, ou os poemas de O’Neill, ou outro livro qualquer, no café onde habitualmente vai tomar a bica. Um sonho! Enquanto houver leitores que gostem de ler livros de carne e osso, de papel e tinta impressa, estes não desaparecerão. Quando já não houver mais livros para colocar numa estante, não será porque não há quem os queira ler, mas porque o leitor preferirá lê-los num suporte tecnológico diferente. Para quem cresceu, como Umberto Eco, emerso em livros, e acreditou, como Borges, na Biblioteca como imagem do universo… múltiplas galerias hexagonais, diferentes planos de saber, labiríntica e infinita…, o e-book representa o fim de um tempo, o fim da era Guttenberg.

Tomei prestado do Tudo o mais

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