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Redação para Vestibular

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Dica do Professor Everton Reis.

Vestibular em Foco

Firefox 3: Três Razões para Amá-lo

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firefox2

1) Segurança e agilidade para navegar sem comparação.

2) Oferece dicionários em vários idiomas com corretor orgrafico ortográfico. ( Essencial para quem escreve muito, principalmente em dois idiomas tão parecido como o português e o espanhol)

3) Consulta grátis online do dicionário Aurelio ( confesso, aqui tem um macete para poder usar esse dicionárioonline com o Firefox. Prometo explicar logo,logo).

Falabonito usa e abusa do Firefox e recomenda.

Vírgula: Quando Usar e Quando Não

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Este vídeo foi feito para aqueles alunos que precisam aprender vírgulas de uma maneira fácil e prática sem ficar decorando nada. Tudo aqui é explicado de maneira fácil e descomplicada.

Algumas Teorias sobre a Origem do Nome Brasil

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A origem do nome do país deu lugar a nada menos que onze hipóteses diferentes, que o filólogo brasileiro Adelino José da Silva Azevedo resumiu em uma só num livro publicado em 1967. Nele prova que se trata de uma voz de procedência celta, embora suas origens mais remotas possam ser rastreadas até os fenícios, que mantiveram um intenso comércio de um colorante vermelho, que se extraía de um mineral cujos principais fornecedores eram os celtas, povo mineiro que explorava jazidas da Ibéria até a Irlanda.pau brasil

Os gregos sucederam aos fenícios no comércio deste produto, a que chamavam ‘kinnabar’, e que passou ao latim como ‘cinnabar’, ao português como cinábrio e ao espanhol como ‘cinabrio’. Uma das características das línguas celtas é a inversão de partículas; assim, a ‘kinnabar’ chamaram ‘barkino’, que daria lugar ao espanhol ‘barcino’, adjetivo que se aplica a certos animais de pele avermelhada e que, com variantes, passou a designar a cor vermelha em várias línguas de influência celta.

Na Idade Média, os artesãos começaram a usar um colorante vermelho extraído da madeira, que na Toscana se chamou ‘verzino’; em Veneza, ‘berzi’ e em Gênova, ‘brazi’, nome que logo designou também a madeira de onde se extraia, conhecida na Espanha como ‘palo Brasil’ ou ‘palo de Fernambuco’, e em Portugal como pau-brasil.
Na época dos descobrimentos, os portugueses guardavam cuidadosamente o segredo de tudo o que achavam e conquistavam, a fim de explorá-lo vantajosamente. Mas não tardou a correr na Europa que haviam descoberto uma certa ‘ilha Brazil’, de onde extraiam o pau-brasil. O gentilício ‘brasileiro’, surgido no século XVI,  inicialmente se referiu aos que comerciavam aquela madeira e, mais tarde, aos portugueses que chegavam ao Brasil em busca de fortuna.

Fonte: Palavra do Dia

O Mundo Maravilhoso da Palavra Intraduzível

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Termos que só existem em outros idiomas revelam que cada língua possui uma abordagem distinta para a mesma realidade, mas suas diferenças podem ser apenas aparentestorre babel
Edgard Murano
Que o amor é complicado, ninguém questiona. Mas o povo boro, da Índia, tem vocabulário aparentemente bem mais atento às nuances desse sentimento do que muitas línguas. Para eles, onsay significa “fingir amar”; ongubsy, “amar de verdade” e onsia, “amar pela última vez”. Essa busca pelo específico também pode ser observada entre os albaneses, cuja fixação por bigodes (sim, bigodes) ganha vocabulário preciso e diversificado: madh (bigode espesso), holl (fino), rruar (raspado), glemb (com pontas afiadas) e por aí vai. São mais de dez tipos, além de 27 termos dedicados a sobrancelhas. Da mesma forma, há na língua japonesa toda uma variedade de sensações sinestésicas de difícil tradução.

É como se certos povos vissem e sentissem coisas e fenômenos a que outros não parecem atentos. No livro Tingo – O Irresistível Almanaque das Palavras que a Gente Não Tem (Conrad, 2007), o inglês Adam Jacot de Boinod compila termos e expressões de diversos idiomas, como rapanui, inuíte, alemão e japonês, cobrindo aspectos da experiência humana que os povos teriam em comum, mas a linguagem, nem tanto.

O autor defende que algumas palavras descrevem conceitos e sensações locais, e suas favoritas tendem a ressaltar um aspecto de uma cultura específica. Na variedade babélica de línguas, chama a atenção a capacidade de determinados vocábulos sintetizarem idéias complexas, peculiares.

É o caso de iktsuarpok, que em inuíte (idioma da nação indígena inuíte, da região de Québec, Canadá) significa “ir muitas vezes à porta de casa para ver se a pessoa vem vindo”; ou do termo holandês plimpplamppletteren, “fazer uma pedra chata ricochetear na superfície da água o maior número de vezes possível”; e até da palavra-título tingo, que em rapanui (idioma polinésio da Ilha de Páscoa, território chileno ao sul do Pacífico) é “pedir emprestadas uma a uma as coisas da casa de um amigo até não sobrar nada”.

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Fonte: Revista Língua