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Aquarela – Toquinho

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Nossa proposta de hoje é: cantando também se aprende muito a falar bonito o português. Então, primeiro vemos esse lindo video tratando de reconhecer as palavras, ou seja, o que ela está dizendo. Quando você compreenda o que Toquinho está cantando, podemos dar uma olhada na letra da música que está aí embaixo. Não vale dar uma espiadinha na letra antes, viu!

Composição: Toquinho/Vinicius de Moraes

Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo
Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva
E se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva

Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel
num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu
Vai voando, contornando a imensa curva Norte e Sul

Vou com ela viajando Havaí, Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela branco navegando,
é tanto céu e mar num beijo azul

Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar
Basta imaginar e ele está partindo, sereno e lindo
e se a gente quiser ele vai pousar

Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida
com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida
De uma América a outra consigo passar num segundo
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo

Um menino caminha e caminhando chega no muro
e ali logo em frente a esperar pela gente o futuro está
E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar

Não tem tempo nem piedade nem tem hora de chegar
Sem pedir licença muda nossa vida,
depois convida a rir ou chorar

Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar
Vamos todos numa linda passarela
de uma aquarela que um dia enfim
Descolorirá

Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo (que descolorirá)
e com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo (que descolorirá)
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo (e descolorirá)

Atlas Geográfico do Brasil

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 Mapa do Brasil e suas regiões administrativas.

Para mais informações visite esse enlace 

Vacas mugem com sotaque regional, diz estudioso

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Semana passada estive conversando com alguns alunos sobre o sotaque. Sabemos que o Brasil é um país de muitos sotaques, mas nem por isso deixamos de falar a mesma língua. Durante a conversa alguém perguntou: “Então, profe, qual é o modelo de sotaque que nós como alunos de português como língua estrangeira devemos aprender”. “Boa pergunta, respondi. E como bom Paulista, disse: Ora, com certeza o de São Paulo”.

E você, que não e de São Paulo e ensina português para seus alunos estrangeiros, concorda com isso? E vocês alunos, muitos de vocês tem professores de outras partes do Brasil. Como essa situação afeta o aprendizado de vocês?

Proponho um simples trabalho de pesquisa na net:

  1. Em 1922 se realizou em São Paulo “A Semana de Arte Moderna”.
  2. Em 1925 se realizou em Recife o Primeiro Congresso Regionalista.

A pergunta então seria: Desde o ponto de vista da língua ( e suas diferenças regionais), qual foi a proposta da Semana de Arte Moderna e do Primeiro Congresso Regionalista?

Deu na BBC Brasil (23/08/2006)

Um estudo recente da Universidade de Londres afirma que as vacas, como as pessoas ao falar, apresentam sotaques regionais distintos ao mugir.

O professor John Wells, especialista em fonética da instituição, foi investigar o assunto depois que criadores de vacas leiteiras perceberam ligeiras diferenças nos “muuuus” das vacas de diferentes regiões em seu rebanho.

“Eu passo muito tempo com as minhas vacas, e definitivamente elas mugem com um sotaque de Somerset”, disse Lloyd Green, que tem uma fazenda em Glastonbury, no oeste da Inglaterra.

“Conversei com outros fazendeiros na região, e eles também perceberam fatos semelhantes em suas vacarias. Com cachorros, também é assim, quando mais próxima a relação do dono com os animais, mais fácil é pegarem o sotaque.”

Wells afirma que também já foram identificados sotaques diferentes em passarinhos.

Para o estudioso, entretanto, o fenômeno pode ser resultado do contato com outros animais da região, não com humanos.

“Isso é bem conhecido com passarinhos. Você encontra diferenças nos gorgeios de pássaros da mesma espécie em diferentes regiões do país. Isso também pode ser fato entre as vacas”, disse Wells.

Ele diz que em pequenas populações, como rebanhos, é possível encontrar variações no dialeto que são mais afetadas pelos vizinhos mais próximos da mesma espécie.

Para Jeanine Treffers-Daller, professora de linguística da Universidade do Oeste da Inglaterra, em Bristol, o sotaque pode ser influenciado pelos parentes.

“Quando aprendemos a falar, adotamos a variação local falada por nossos pais, logo, o mesmo pode ser dito sobre o mugir das vacas do oeste inglês.”

 

Artigo Definido – Uso e Omissão.

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Artigo é uma palavra que pode preceder um substantivo, classificando-o quanto a gênero e número, ao mesmo tempo em que especifica ou generaliza.

Quanto a especificar ou generalizar o substantivo que o acompanha, o artigo classifica-se em definido ou indefinido:

  • artigo definido (o, a, os, as): especifica o substantivo que o acompanha. Ex: “O aluno”.
  • artigo indefinido (um, uma, uns, umas): generaliza o substantivo que o acompanha. Ex: “Um aluno”.

Baixe a apostila completa sobre esse tema clicando abaixo.

Apostila Artigo Definido

Regras de Acentuação – III

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21) acentuação das abreviaturas – constando da abreviatura “vogal” graficamente “acentuada” no vocábulo escrito por extenso, conserva-se o respectivo sinal gráfico.
Exemplo:
Código – Cód.
Cônego – Côn.
Página – Pág.
Gênero – Gên., etc.

22) emprega-se o TREMA no “u” átono que se pronuncia depois de “g” ou “q” e seguido de “e” ou “i”.
Exemplo:
Cinqüenta, lingüeta, ungüento, agüentar, lingüiça, argüição, lingüística, eloqüente, tranqüilidade,
ubiqüidade, delinqüir, eloqüência.


Observação: Sendo facultativa a pronúncia do “u”, é facultativo o uso do trema.

Exemplo:
Eqüidade ou equidade
Lângüido ou lânguido
Eqüivaler ou equivaler
Sangüíneo ou sanguíneo
Líqüido ou líquido
Sangüinário ou sanguinário
Liqüefato ou liquefato

Não se põe acento agudo na sílaba tônica das formas verbais terminadas em “que”, “quem”.
Exemplo:
Apropinqüe, delinqüem.

23) O ACENTO GRAVE é empregado para assinalar a fusão da preposição “A” com o artigo “A” e com os adjetivos ou pronomes demonstrativos a, aquele, aqueloutro, aquilo, ou quais, se
escreverão assim:
À, às, àquele, àqueles, àquela, àquelas, àquilo, àqueloutro, àqueloutros, àqueloutra, àqueloutras.
Exemplo:
Ele foi à casa de Pedro.
Refiro-me àquilo que te falei ontem.
Àquele menino.
Àqueles meninos.
Refiro-me àquelas meninas.
Refiro-me àquela menina.

24) Usa-se o til para indicar a nasalização, e vale como acento tônico se outro acento não figura no vocábulo.
Exemplo:
Capitães, afã, coração, limão, mamão, bobão, chorão, devoções, põem, etc.

Observação: Se é átona a sílaba onde figura o til, acentua-se graficamente a predominante.
Exemplo:
Órfão, órfãos, órgão, órgãos, acórdão, benção, etc.

25) Emprega-se o ACENTO CIRCUNFLEXO para distinguir de certos homógrafos inacentuados As palavras com “E” e o “O” fechados.

Permanece nos seguintes exemplos:
Pêlo. Pêlos (substantivo) diferente de pelo (verbo)
Pôlo, pôlos (substantivo) diferente de pólo, pólos (substantivo)
Pêra (substantivo) diferente de pera (preposição)
Pêra (substantivo) diferente de péra (elemento do substantivo composto péra-fita)
Pôr (verbo) diferente de por (preposição)
Côa, côas (verbo) diferente de coa, coas (contração) ou co’a, co’as
Pôlo (s.m.-gavião novo) diferente de polo (contração)
Porquê (substantivo) diferente de porque (conjunção)
Quê (substantivo) ou no fim da frase diferente de que (conjunção ou pronome)
Sê (substantivo) diferente de se (conjunção)

Recebem ACENTO AGUDO os seguintes vocábulos que estão em homografia com outros:
Ás (s.m.) diferente de – às (fusão de preposição + art.)
Pára (verbo) diferente de – para (preposição)
Péla, pélas (v. s.f.) diferente de pela, pelas (contração)
Pélo, (v.) diferente de – pelo (contração)
Péra (de péra- fina) diferente de – pera (preposição arcaica)
Pólo, pólos (s.m.) diferente de – polo, polos (aglutinação da preposição por)

26) O APÓSTROFO (‘) que se emprega nos casos de ectlipse (= vem do grego “ectlipsis” = ato e
esmagar)
Ectlipse é a supressão do “m” final da preposição “com” diante de vocábulos começados por vogal.
Exemplo:
Co’o-(com + o)
Co’as-(com + as)
Co’estes (com + este)
Co’um (com + um), etc.

Atenção: A ectlipse só é usada na conversação comum e na poesia.
O apóstrofo também é usado em certos casos de síncope. (vem do grego syncopé = corte)
consiste na supressão ou corte de uma letra ou sílaba no meio da palavra
Exemplo:
Imigo – inimigo
Soidão – solidão
Mor – maior
Per’la – perola
Esp’rança – esperança

27) A palavra terminada em “il” átomo faz o plural em “eis” também átono e conserva o acento
agudo na sílaba tônica:
Exemplo:
Projétil, projéteis
Réptil, répteis,
Verossímil, verossímeis
Têxtil (adjetivo) têxteis

28)
a) O ACENTO RIZOTÔNICO – A palavra rizotônica.
É RIZOTÔNICO quando o acento tônico cai no radical da palavra ou então o verbo na 1ª, 2ª e 3ª
pessoas do singular e na 3ª pessoa do plural
1º- verbo:
amo, amas, ama, amam
passeio, passeias, passeia, passeiam
louvo, louvas, louva, louvam

2º- palavra:
fútil
útil
banal

b) O ACENTO ARRIZOTÔNICO – palavra rizotônica.
É ARRIZOTÔNICO quando o acento tônico cai depois do radical da palavra ou estando o verbo na
1ª e 2ª pessoas do plural.

1ª- verbo:

amamos, amais
passeamos, passeais
louvamos, louvais

2ª- palavra:
futilidade
utilidade
banalidade

29) Foi abolido o acento circunflexo e o grave com que se assinala a sílaba subtônica dos
vocábulos derivados em que figura o sufixo “mente” ou sufixo iniciados por “z”
Exemplo:
Cortês – cortesmente
Indelével – indelevelmente
Prático – praticamente
Só – somente
Pá – pazada
Avó – avozinha
Café – cafezal
Faísca – faiscazinha
Zé – zezito
Pé – pezudo

OBSERVAÇÃO: Os vocábulos escritos com “til” não sofrem alterações.
Exemplo:
Chã – chãmente
Mão –mãozinha
Mão –mãozada
Mãe –mãezinha
Romã – romãzeira
Cristã – Cristãmente

Regras de Acentuação II

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10) Não, se assinala com acento agudo a base dos DITONGOS TÔNICOS “iu” e “ui” quando
precedidos de vogal
Exemplo:
Atraiu, saiu, ruiu, contribuiu, pauis, caiu, traiu, etc.

11) Assinala-se com acento agudo o “u” tônico precedido de “g” ou “q” e seguido de “e” ou “i”.
Exemplo:
Argúi, argúis, averigúe, averigúes, obliqúe, obliqúes.

12) Coloca-se acento agudo nas bases dos DITONGOS ABERTOS “éi”-“éu”-“ói” quando tônicos.
Exemplo:
Assembléia, anéis, pastéis, geléia, bacharéis, chapéu, réu, rói, jibóia, lóio, paranóico, rouxinóis,
fiéis, anzóis, apóio, véu, céu, atéia, epopéia, estréia, ilhéu, incréu, mausoléu, solidéu, troféu,
alcalóide, corrói, esferóide, jóia, ovóide.

13) Não se acentuam graficamente os vocábulos paroxítonos finalizados por “-em”.
Exemplo:
Passagem, imagem, garagem, viagem (substantivo), imagens, jovens, viajem (verbo), hifens,
edens.

14) Sobrepõe-se o acento agudo ao “a”, “e”, “o” abertos e o “i”, ou “u” da penúltima sílaba dos
vocábulos paroxítonos que acabam em: L, N, X, R e PS; e o acento circunflexo ao “e”, “o” fechados
e ao “a”, “e”, “o” seguidos de “m” ou “n” em situação idêntica.
Exemplo:
Amável, indelével, afável, alúmen, tórax, félix, códex, bórax, córtex, cóccix, líquen, pólen, éter,
hífen, aljôfar, âmbar, cânon, êxul, fênix, vômer, ônix, ágil, bíceps, fórceps, óton, rádon, caráter,
revólver, mártir, néctar, sêmen, abdômen, éden, fácil, níquel.

15) Coloca-se o acento, agudo ou circunflexo, na vogal da sílaba tônica dos vocábulos paroxítonos
acabados em ditongo oral:-ea(s),-eo(s),-ia(s),-ei(s), uo(s), io(s),-oa(s), ua(s),-ue(s)
Exemplo:
Ágeis, faríeis, férteis, fôsseis, imóveis, jóquei, pênseis, pusésseis, quisésseis, túneis, úteis,
variáveis, escrevêsseis, faríeis, côdeas, azáleas, errôneo, argênteo, ânsia, vitórias, espécie, pátios,
mágoa, páscoa, régua, água, tênue, árduo, contínuo, ême, álea, Áurea, terráqueos, boêmia,
imundícies, colégio, árduo, estádio, amêndoas, água.

16) Recebe o acento circunflexo o penúltimo “o” fechado do hiato “oo”, seguido ou não de “s” nas palavras paroxítonas.
Exemplo:
Abençôo, enjôos, vôos, perdôos, côo, magôo, amaldiçôo, atraiçôo, vôo.

17) Não se acentuam os prefixos paroxítonos terminados em I, R, Um. São eles: semi, hemi, super,
hiper, circum.


18) Todas as palavras PROPAROXÍTONAS devem ser acentuadas graficamente.
Exemplo:
Âmago, lâmpada, exército, espírito, árabe, lâmina, espetáculo, límpido, louvaríamos, público,
ônibus, gênero, química, úmbrico, devêssemos, lêmures, pêndulo, quilômetro, recôndito, êxito,
ótimo, trânsfuga, úbere, vermífugo, féretro, chávena, cônjuge, ágape, diácono, lépido, êxodo,
plêiade, prófugo, quasímodo, etc.

19) ACENTO DIFERENCIAL – recebe acento circunflexo a forma verbal “pôde”, 3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo, para diferenciar de “pode”, 3ª pessoa do singular do presente do indicativo.

 

20) Os nomes próprios das pessoas físicas ou jurídicas podem:
a) ou obedecer à grafia constante no respectivo registro, como:
Exemplo:

Luiz de Souza Coutinho
Hidroelétrica Polo Seguro S/A.

b) ou adaptar-se às regras da ortografia oficial, como:
Exemplo:
Luís de Sousa Coutinho
Hidroelétrica Pólo Seguro S/A.

 


Regras de Acentuação I

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O acento tônico pode, em Português, ocupar três posições, são elas:
a) na última,
b) na penúltima,
c) e na antepenúltima sílaba.


Classificam-se os vocábulos em:


Oxítonos – o acento tônico está na última sílaba.
Exemplo:
Caxambu, raiz, mamão, leitão.

Paroxítonos – quando o acento tônico cai na penúltima sílaba.
Exemplo:
Galo, rato, marmelada, cadeira, cama, etc.

Proparoxítonos – Quando o acento tônico cai na antepenúltima sílaba.
Exemplo:
límpido, proclítico, vocábulos, tônicos, etc.

A Acentuação Gráfica Obedecerá às Seguintes Regras:

1) Os vocábulos OXÍTONOS terminados em A – E – O, seguidos, ou não de “S” recebem acento
agudo.
A – cajá, cajás, aliás, atrás, dará, quiçá, vatapá, jacarandás, lilás, satanás.
E – café, cafés, através, rapé, rapés, sapé, jacaré, filé, filés, jacarés, …
O – cipó, cipós, dominó, dominós, após, vovó, filó, xodó, rondó, jiló, avós.

2) Recebem acento circunflexo os vocábulos OXÍTONOS TERMINADOS EM “E “e “O” fechados,
seguidos ou não de “S”
E – dendê, dendês, cortês, você, Inês, umbês,
O – bisavô, trisavô, avô, repôs.

OBSERVAÇÃO: Os vocábulos OXÍTONOS tônicos terminados em “I” e “U” não são acentuados,
seguidos ou não de “s”.
I – ali, aqui, Camburi, Guarapari, Iriri, gibi, guri, guarani, civis, Cambuci
U – Itu, urubu, angu, chuchu, bambu, perus, canguru, indu

3) Acentuam-se as formas verbais terminadas em “A”-“E”-“O” que se assimilam o “R”, o “S ” e o “Z”
ao “L” do pronome LO, LOS, LA, LAS, caindo depois o primeiro “L” (Ver conjugação do verbo com

o pronome enclítico “O”)
A-dá-lo, chamá-lo, amá-lo, cantá-lo, louvá-lo, acompanhá-lo, fá-lo-ás, desejá-lo-iamos
E-fê-lo, dizê-los, movê-los-ia, qué-los, sabê-lo-emos, resolvê-la-íeis percebê-las
O-pô-lo, compô-los, repô-la, indispô-lo-emos, predispô-la-ão, dispô-las, propô-los, predispô-la-ão.

4) Marca-se com o acento agudo o “e” da terminação “em”, “ens” das palavras oxítonas. Alguém, armazém, armazéns, convém, convéns, desdém, parabéns, conténs, além detém-lo, mantém-na, retém-no, ninguém…

5) Todos os MONOSSÍLABOS TÔNICOS terminados em A-E-O, seguidos ou não de “s ” são

acentuados.
A – pá, pás, má, más, cãs, hás, chás.
E – pé, pés, ré, rés, lê, crê, dê, vê, fé, dês.
O -pó, pós, pôs, dó, cós, sós, só.

Observação: OS MONOSSÍLABOS TÔNICOS terminados em “-em”, “-ens”, “i”, “u” não são
acentuados.
Tem, tens, vem, vens, si, ti, tu, jus, pus, xis, vis.

6)
a) formas verbais
Devemos colocar o acento circunflexo nas sílabas tônicas das formas verbais de terceira pessoa
do plural do Presente do Indicativo dos verbos – Ter e Vir e seus compostos ou derivados.
Exemplo:
TER:
ele tem
eles têm
derivados:
ele contém – eles contêm

VIR
ele vem
eles vêm
derivados: e
Ele intervém – eles intervêm.
Ele convém – eles convêm
Ele sobrevém – eles sobrevêm

b) Coloca-se acento circunflexo sobre o primeiro “e ” da terminação “em” (3ª pessoa do plural) dos verbos crer, dar, ler, e ver e seus compostos ou derivados.

Exemplo:
Derivadoscrer: crê, crêem, descrêem, descrê,
dar: dê, dêem, redêem, redê
ler: lê, lêem, relêem, relê
ver : vê, vêem, revêem revê.

7) Os vocábulos PAROXÍTONOS finalizados em “i” ou “u”, seguidos ou não de “s” são marcados
com acento agudo quando na sílaba tônica aparecem A – E – O, abertos, I ou U, e com acento
circunflexo quando nela aparecem “E” e “O” fechados ou A – E – O, seguidos de “M” ou “N ”
Exemplo:
Beri-béri, bônus, dândi, íris, júri, táxi, lápis, miosótis, tênis, ônus, grátis, vírus, múnus.

OBSERVAÇÕES: Já os paroxítonos terminados em “-um”, “-uns”, têm acento agudo na sílaba
tônica
Exemplo:
Álbum, álbuns, médium, médiuns

8) Coloca-se acento agudo no “i” e no “U” tônicos que não formam ditongo com a vogal anterior
isto é, formam hiato.
Exemplo:
Aí, saí, caí, balaústre, egoísta faísca heroína, juízo, raízes, país, peúga, saía, caía, saúde,
timbaúva, viúvo, , contraí-la, distribuí-la, cafeína, timboúva.

9) Não se coloca o acento agudo no “i” e no “u” quando precedidos de vogal que com eles não
forma ditongo, são seguidos de “l”, “m”, “n “, “r ” ou “z”” que não iniciam sílabas e, ainda “nh”.
Exemplo:
Adail, contribuinte, juiz, raiz demiurgo, paul, ravina, retribuirdes, ladainha, bainha, tainha, rainha, ventoinha, redemoinho.