ortográfico

Firefox 3: Três Razões para Amá-lo

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firefox2

1) Segurança e agilidade para navegar sem comparação.

2) Oferece dicionários em vários idiomas com corretor orgrafico ortográfico. ( Essencial para quem escreve muito, principalmente em dois idiomas tão parecido como o português e o espanhol)

3) Consulta grátis online do dicionário Aurelio ( confesso, aqui tem um macete para poder usar esse dicionárioonline com o Firefox. Prometo explicar logo,logo).

Falabonito usa e abusa do Firefox e recomenda.

Agora é pra Valer:Parlamento Português aprova acordo ortográfico

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De Lisboa para a BBC Brasil

Acordo é primeiro passo para internacionalização da língua

Passados 16 anos desde a assinatura, Portugal aprovou nesta sexta-feira o acordo ortográfico, que unifica a forma como é escrito o português nos países lusófonos.

Apesar de polêmico, o texto foi aprovado por deputados de todos os quadrantes políticos – desde o CDS à direita, até o Bloco de Esquerda – com três votos contra e muitos deputados abandonando o plenário durante a votação.

As mudanças na forma de escrever o idioma em Portugal vão valer dentro de seis anos, enquanto no Brasil os livros escolares deverão ser mudados até 2010.

Questionado sobre o acordo, o escritor José Saramago, prêmio Nobel de literatura, optou por não entrar em polêmica: “Vou continuar escrevendo do mesmo jeito. Isso agora vai ser com os revisores”.

Vitória brasileira?

Houve grande polêmica em Portugal. A iniciativa contrária à reforma com maior impacto no país foi uma petição na internet, que tentava convencer parlamentares a votar contra o acordo.

O documento, que criticava a proposta por entender que este significava que Portugal cedia aos interesses brasileiros, teve mais de 35 mil assinaturas desde o início do mês, grande parte delas de intelectuais.

“A língua portuguesa é o maior patrimônio que Portugal tem no mundo”, afirmou o deputado Mota Soares, do partido CDS.

Ironicamente, dois deputados que encabeçaram a petição – Zita Seabra e Vasco Graça Moura – não estavam no plenário na hora da votação.

Zita Seabra disse que, como é proprietária de uma editora, havia conflito de interesses para votar o texto.

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